As Belíssimas Novas Amazonas por Daniel Brandão

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As Novas Amazonas por Daniel Brandão

Conforme mencionamos aqui, eu e o grande ilustrador Cearense Daniel Brandão firmamos parceria para produzir  próxima hq dAs Novas Amazonas  intitulada“Apenas negócios”.

Inicialmente, o desenhista liberou uma série de ilustrações das personagens e, agora, liberou uma ilustração juntando toda a equipe. O Daniel Também liberou a produção de um pedaço de uma página que está produzindo. Sem mais palavras, deixo vocês com as belíssimas ilustrações de Daniel Brandão.

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Apenas Negócios(Por Leo Santana e Daniel Brandão) Pag 01-Detalhe

 

 

Conheça mais sobre Daniel Brandão abaixo:

Facebook – DeviantArt – Estúdio Daniel Brandão

Para ler as hqs das Novas Amazonas, clique nos títulos a seguir: “Homem bom é homem morto” , “Antigas Histórias” e “Mais intenso que a vida, maior que a própria morte” e“Cães selvagens”.

Quer saber mais sobre As Novas Amazonas? Clique aqui. E veja a galeria com as personagens aqui. Se quiser, mande uma ilustração para a gente postar na galeria.

A volta do papa-figo, página 3

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Detalhe – A Volta do Papa-Figo (Por Leo S e Dell Rocha) Pag 03

O Papa-Figo começa uma “conversa” com sua vítima onde faz uma análise do espécime impotente diante de si.

Com roteiro meu e arte espetacular de Dell Rocha, convidamos a todos com mais de 18 anos e sem problemas de coração para acompanhar “A Volta do Papa-Figo”. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem. Seus comentários são a nossa remuneração.

Diários Italianos – atualização de status do projeto

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Soldado aliado treinando com seu Browning Automatic Rifle (BAR)

Escrever roteiros longos são bastante cansativos. E se eles são baseados em momentos históricos, isto torna o trabalho ainda mais pesado. Não basta só colocar a história e a ação. É preciso verificar cada item adicionado no quadro para saber se ele realmente faz parte do contexto. Mas não reclamo pois tem sido uma experiência maravilhosa. O problema é que, quanto mais longo é o roteiro, mais demorada são as atualizações do projeto neste sentido. E hoje, para retomar a divulgação deste projeto, apresento algumas informações adicionais.

O título (ainda não totalmente oficial) do projeto é “Diários italianos – o Brasil na Segunda Guerra Mundial”. Trata-se de uma história em quadrinhos e, omo já mencionado anteriormente, o roteiro deve ficar com algo em torno de 60 páginas. Já escrevi 29 delas.

O que posso adiantar neste momento em relação à história é que vamos acompanhar a chegada de um novo soldado chamado Antônio da Costa Lobo – que logo ganha o apelido de Toni – ao grupo de combate (G.C.) do Terceiro Sargento Guilherme Herculano Leão. O G.C. é encarregado de uma patrulha e os desdobramentos que acontecem durante esta patrulha são o cerne de toda a história.

Os nomes aqui atribuídos aos personagens ainda podem mudar (Inclusive os de Toni e o do Sargento Leão). Mesmo assim, convém apresentar o restante dos membros do fictício “13° GRUPO DE COMBATE, DA 8ª COMPANHIA, DO BATALHÃO UZEDA, DO REGIMENTO SAMPAIO”:

SARGENTO LEÃO: SQUAD LEADER
CABO MÜLLER (TCHÊ): ASSISTANT SQUAD LEADER
SOLDADO FRANCISCO (CHICO PARANÁ): GRENADIER
SOLDADO BENEDITO (ÍNDIO): AUTOMATICA RIFLEMEN
SOLDADO AUGUSTO (BELLINI): AUTOMATICA RIFLEMEN
SOLDADO TONI LOBO: SCOUT
SOLDADO BELMIRO(MIRO): SCOUT
SOLDADO LEÔNIDAS (CARIOCA): RIFLEMAN
SOLDADO CRISTÓVÃO (CAPIXADA): RIFLEMAN
SOLDADO GOLDMAN (SAMUCA): RIFLEMAN
SOLDADO GERALDO (MINEIRO): RIFLEMAN
SOLDADO FELICIANO(MATO GROSSO): RIFLEMAN
SOLDADO ERNESTO (MACAXEIRA): RIFLEMAN

A formação do Grupo de Combate equivale ao de um SQUAD americano e é formado por algo entre 7 e 12 homens. Eu tomei a liberdade de colocar 13 homens no meu G.C. pura e simplesmente para combinar com o número do G.C. (13°). As funções desempenhadas no G.C. são as seguintes:

Squad leader: Líder do G.C.. Normalmente um terceiro sargento.
Assistant Squad leader: um cabo que atuava como seu assistente e granadeiro com rifle anti-tanque;
Grenadier: Granadeiro ou “bazuqueiro”.
Automatic Riflemen: uma “equipe de rifle automático” composta de três – o homem que carregava a B.A.R. (Browning Automatic Rifle ), seu assistente e um porta-munições;
Riflemen: fuzileiros.
Scouts: batedores. Na época da guerra, os soldados brasileiros chamavam os batedores de “esclarecedores”

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Soldado Americano carregando uma Browning Automatic Rifle (BAR) no filme O resgate do soldado Ryan e uma imagem lateral da arma

 

Nova hq Online: A volta do Papa-figo (Páginas 1 e 2)

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Detalhe – A Volta do Papa-Figo (Por Leo Santana e Dell Rocha) Pag 02

O Papa-Figo é uma antiga lenda urbana de terror que tem várias versões, mas que, invariavelmente, culminam na história de um homem que come fígados humanos. Esta é uma história que sempre me intrigou e que resolvi fazer uma versão/releitura da lenda numa hq eu mistura terror, sadismo e crueldade.

Com roteiro meu e arte espetacular de Dell Rocha, convidamos a todos com mais de 18 anos e sem problemas de coração para acompanhar “A Volta do Papa-Figo”. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem. Seus comentários são a nossa remuneração.

 

Renegado 3000: Amigos, página 15 (Conclusão)

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Detalhe – Amigos (Por Leo Santana e Ricardo Anderson) Pag 15

O  Renegado 3000 consegue vencer os soldados da Ordem que foram enviados para lhe pegar e vai embora. Mas o que ele não sabe é que a sua caçada está só começando. E, com esta página, concluímos a primeira hq do Renegado 3000. Esperamos que vocês tenham gostado.

O Renegado 3000 é mais uma criação minha e do Ricardo Anderson (assim como As Novas Amazonas e Andrômeda). Com roteiro meu e arte de Ricardo Anderson, esta hq, intitulada de “Amigos”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem. Seus comentários são a nossa remuneração.

Quer saber mais sobre O Renegado 3000? Clique aqui. E veja a galeria com o personagem aqui. Se quiser, mande uma ilustração para a gente postar na galeria

PERNAMBUCO HOLANDÊS – A QUEDA DE OLINDA, Página 1

Existem poucas alegrias maiores para um roteirista de hq do que ver uma página de sua história produzida. E quando ela é produzida com tamanho talento e beleza, é quase como uma epifania delirante. Hoje recebi a primeira página do projeto que escrevi chamado “PERNAMBUCO HOLANDÊS – A QUEDA DE OLINDA”, que conta em detalhes sangrentos a invasão holandesa à Pernambuco em 1630.

A página foi brilhantemente desenhada, arte-finalizada e colorida em aquarela, por Carlos Eduardo Cunha. Amigo novo, parceiro novíssimo. Parece, porém, que já temos uma cumplicidade antiga e estamos nos entendendo muito bem neste projeto.

Esperamos que alguma editora se interesse em publicar este trabalho que está sendo pensado e produzido com muito amor, carinho e atenção. E, para provar o que estou dizendo, segue a primeira página como uma prévia para vocês acreditarem no que eu estou dizendo.

Se você gostou, comenta aí.

Local: Olinda, tarde do dia 16 de fevereiro de 1630 do ano do Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em cima do Cavalo, comandando a resistência Pernambucana, vemos MATIAS DE ALBUQUERQUE, Governador e Comandante supremo da capitânias de Pernambuco, Itamaracá, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A QUEDA DE OLINDA - página 01 - prévia

A QUEDA DE OLINDA – página 01 – Por Leonardo Santana e Carlos Eduardo Cunha