Projeto de hqs de terror de Mário Mancuso


Segue um novo projeto encabeçado por Mário Mancuso pra quem estiver interessado. Com a palavra, o próprio Mário:

 

“Olá, Amigos

Estou montando um projeto novo e preciso de colaboradores e parceiros.

O projeto em questão é uma revista-livro de HQ e contos, nos moldes da extinta Front, mas com nos gêneros Terror e Suspense (podendo Tb ter Sci-fi) apenas. Minha inspiração são as antigas edições da Kripta, publicadas pela RGE, traduzidas das originais americanas Eerie e Creepy.

A edição teria em média 100 páginas, sendo 80% para HQ e 20% para contos. A ideia é disponibilizar este material digitalmente, para ser lido em tablets e e-readers (para Android e IOs), contanto com edição em inglês e português (e se possível em espanhol). No caso de alguém querer impresso, que arque com os custos (seja artista ou público) através de impressão por demanda (preciso verificar como).

O formato, a principio, será em PDF mas aceito sugestões já q é uma tecnologia que não conheço.

Sobre as histórias, serão as seguintes regras:

·         As HQs devem ter no mínimo 4 páginas e máximo de 12, ficando a critério do(s) autor(es) ser colorido ou PB e a técnica empregada.

·         A princípio, qualquer estilo pode ser usado, desde que se enquadre no gênero.

·         Os contos teriam no máximo 3 páginas, incluso ilustração (opcional) .

·         Os temas e assuntos são livres desde que se enquadrem no gênero.

·         Vetados qualquer história com teor discriminatório de qualquer natureza, ofensivo ou pornográfico. Isso não se discute.

·         Erotismo, violência e escatologia podem ter, afinal faz parte. Mas o conselho pode vetar se achar que haja exagero ou alo inoportuno.

·         As histórias não precisam ser inéditas, porém estas terão preferência.

·         As versões em outros idiomas ficarão sobre responsabilidade do(s) artista(s).

·         Os direitos autorais das HQs e contos são e continuarão sendo dos artistas, sendo apenas o liberado o uso das mesmas com fins de divulgação da própria da revista.

O processo de envio de material e escolha dos mesmos, a exemplo de como era no front, será feito da seguinte forma:

·         O material deverá ser enviado em baixa para ser publicado on-line e lido pelos participantes.

·         As HQs poderão ser enviadas na forma de lay out com letreiramento.

·         Os contos em texto normal.

Após as avaliações e opiniões, as HQs e contos serão escolhidos em duas votações:

·         1º turno – Votação entre os colaboradores (no mesmo molde da Front)

·         2º turno – Escolha pelo conselho editorial.

O fato de ter sido bem votada ente os colaboradores não garante a publicação (embora dê grandes chances), de modo que o Conselho poderá vetar um HQ mediante justificativa ou incluir alguma caso ache pertinente.

* A ideia, tão somente, é evitar certas discrepâncias que aconteceram na experiência do Front e garantir um perfil editorial forte e coerente.

Os trabalhos enviados serão classificados em:

·         Publicado na edição presente

·         Reservado para uma próxima edição.

·         Com chances de publicar desde que tenha acertos (apontados pelo conselho editorial)

·         Inapto para publicação.

As edições serão trimestrais salvo se não houver material de qualidade suficiente para se fechar uma edição.

Será sempre divulgado um cronograma de produção e tentará se manter sempre material para pelo menos duas edições inteiras.

É aberto a qualquer artista ou pessoa que queira participar.

As edições serão disponibilizadas em um site com uma prévia para o visitante saborear. Neste site podemos propor comentários, um fórum, links interessantes e propagandas (anunciarei qualquer dos artistas participantes sem cobrar nada além de revistas e grupos amigos, como o 4º mundo ou a revista ilustrar). Propagandas ou anúncios de outra natureza serão cobradas e o valor divido entre os participantes das edições.

Agora, vamos ao ponto nevrálgico: GRANA!!!

A idéia de se fazer digitalmente é cortar o gasto com gráfica, barateando de forma gigantesca o projeto e viabilizando a produção contínua.

Os custos de hospedagem e manutenção do site serão meus.

Não há qualquer previsão de ganho com isso (se alguém souber como, aceito sugestões), de modo que não haverá remuneração de nenhum tipo, a não ser que consigamos (e novamente, aceito sugestões) arrecadar algo. Aí, será distribuído proporcionalmente entre os participantes ou revertido para pagamento de hospedagem e manutenção. Mas com certeza, serão prestadas contas!!!!

Bom, acho que falei tudo.

A participação é voluntária, porém uma vez assumido o compromisso, espera-se profissionalismo e comprometimento de quem participar.

Agora quero saber quem quer participar. Além de HQs e contos, precisamos de:

– pessoas para o conselho editorial (irá ajudar a criar o projeto gráfico e montar a revista e o site de membros).

– Pessoas para divulgar.

– Pessoas para ajudar a montar a coisa.

Sei que surgirão várias perguntas e tentarei responder todas, mas ainda não sei todas coisas. Aceito sugestões, ajuda e palpites.

Quem estiver interessado me escreva no email mario.mancuso@terra.com.br

Peço apenas q os críticos e chatos de plantão não percam seu tempo jogando farpas ou desestimulando a iniciativa. A ideia é fazer algo legal, com um mínimo de custo, sem ser pilantra ou prometer algo q não se dará. A participação é voluntária e livre.

Tentei ser o mais claro e sincero possível e participar quem quer.

abs

Mario Mancuso Jorge”

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2 comentários sobre “Projeto de hqs de terror de Mário Mancuso

  1. Olá, aqui quem fala é Rod Gonzalez. Estou escrevendo a respeito da HQ que escreveu sobre o Raio Negro. Fiquei próximo de Gedeone Malagola e sua família no final da sua vida e tenho conhecimento de que o grande mestre deixou vários roteiros inéditos do Raio Negro e outros personagens, alguns até mesmo desenhados pelo próprio. Gedeone escreveu um roteiro semelhante ao seu, onde reescreve a origem do Gedeone e explica o que aconteceu com ele após a revolução de 1964, que será publicado esse ano pela editora Júpiter 2.

    • Isso é ótimo, Rod. O meu roteiro, inclusive, foi lido e aprovado pelo próprio Gedeone. Quem mediou essa possibilidade foi meu amigo José Salles, o dono da editora Júpiter 2. De qualquer forma, tenho certeza que são duas visões diferentes pois tanto eu quanto o Gedeone, temos inspirações e estilos diferentes.

      De qualquer forma, valeu mesmo pelo aviso.

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