Mais uma atualização na Bodega do Leo para facilitar a vida de nossos clientes

Olá pessoal,
Estive em off por alguns dias totalmente imerson em alguma atualizações na BODEGA DO LEO que vão facilitar bastante a vida de nossos clientes.

A primeira delas é que quando você se loga, não precisa mais ficar indo e voltando no carrinho de compras a cada novo item adicionado. Basta clicar em jogar na cesta que ele automaticamente atualiza a quantidade de produtos e o valor total no canto direito superior da página. Legal, não?

A outra atualização é que, na página de MINHAS COMPRAS, onde aparece os itens de seu pedido, agora você vai poder escolher as quantidades de cada item. Basta escolher a quantidade e clicar no disquete correspondente na coluna ATUALIZAR ITEM.

Eu espero que, com isso, a gente consiga satisfazer duas solicitações antigas de nossos clientes. É óbvio que ainda existem alguns bugs a serem corrigidos e eu conto com vocês para me indicarem o que não está legal, ok?

 

Participação na Fliporto 2012: processos de criação dos ofícios literários

Olá Pessoal,

Saiu a programação da Fliporto 2012 e eu fui convidado para participar de uma mesa redonda para falar sobre o meu processo de criação para roteiros de histórias em quadrinhos. A Fliporto acontece de 15 a 18 de novembro em Olinda, Pernambuco. O homenageado nesse ano é Nelson Rodrigues. Para saber mais sobre a programação da Fliporto, clique aqui. Abaixo a programação da quinta-feira com destaque para a minha participação.

 

DIA 15/11 (5ª feira):

14 h: Performance de ilustrador – Cris Alhadeff (RJ)
15 h: Papo com o autor – Habib Zahra e Valéria Rey Soto (Egito/Espanha)
16 h: Teatro, Cultura e Cidadania – Grupo FOCCA
Cem vezes Nelson. Texto: Antonio Nogueira. Direção: Blanche Albuquerque
17 h: Papo com o autor – Rosinha (PE)
18 h: Adaptação para o teatro de obras literárias – José Carlos Aragão (SP) e Valdir Oliveira (PE)
19 h: Processos de Criação dos Ofícios Literários: Quadrinhos
Leonardo Santana (PE) e Lederly (CE) – mediação Braga Câmara (PE)

Minha saída da P.A.D.A.

Arnaldo Luiz, José Valcir, Milson Marins e eu. Os 3 membros fundadores remanescentes da P.A.D.A. e eu na Livraria Cultura há alguns anos atrás.

Olá amigos,

Para quem ainda não sabe, dia 18/10/2012 marca a minha saída oficial da P.A.D.A. (Produtora Artística de Desenhistas Associados), o grupo de quadrinhos Pernambucanos com mais de 25 anos de estrada. Conforme vocês podem aqui, a decisão de saída foi minha e ela já tinha sido anunciada ao grupo desde o último dia 01/10/2012.

Mas, mesmo com a minha saída, tenho certeza de que ainda nos encontraremos em muitos projetos e, até mesmo, poderemos vir a trabalhar juntos novamente (como, na verdade, temos um ou dois projetos colaborativos nesse sentido).

Quero agradecer aos fundadores remanescentes da P.A.D.A. (Milson, Valcir e Arnaldo) por serem pessoas maravilhosas. São seres humanos  da maior índole e caráter que eu já encontrei no meio. Com certeza vou sentir falta da companhia mensal deles que tínhamos nas reuniões que fazíamos.

Nesse período que estive na P.A.D.A. conheci muita gente legal, fiz novas amizades e acredito que cumpri bem o meu papel dentro do grupo, buscando sempre por qualidade, gerenciamento interno e publicidade externa. Eu trouxe mudanças na forma como a Prismarte era publicada (mudanças na capa, no tamanho de páginas da revista e na tematização das edições), procurei ampliar o canal de colaboradores para a revista sempre procurando trazer mais e melhores artistas, plantei a semente da nova forma de premição da P.A.D.A. (mais justo e mais amplo), introduzi uma série de novas ideias de gerenciamento interno e de comunicação que antes não eram bem amarrados, atualizei o blog da P.A.D.A. em todas as suas áreas e o mantive em atividade constante (com notícias e novidades dos quadrinhos nacionais e da própria P.A.D.A. diariamente) durante um certo período, corri atrás e arranjei parcerias que renderam vantagens não só promocionais mas também financeira através da produção de hqs para o site dO RECIFE ASSOMBRADO, editei novas revistas como a DO ALÉM e CASA DO TERROR, trouxe o material de Eduardo Schloesser para o grupo que culminou com o lançamento do GRAPHIC PADA 1,  coordenei eventos como a dia do quadrinho nacional no ano de 2011 e, principalmente, o evento do troféu P.A.D.A. deste ano que foi um verdadeiro sucesso de público e de divulgação e que, modéstia à parte, graças ao meu raciocínio rápido e meu senso de aproveitar oportunidades permitiu que grandes artistas como Lorde Lobo e Watson Portela participassem do evento.

Obviamente não fiz nada disso sozinho e a ajuda de cada um, dentro e fora da P.A.D.A. foi crucial para todos esses êxitos. Mas posso olhar para trás e ver tudo isso como meu legado para a P.A.D.A. e para os quadrinhos Pernambucanos.

Isso não significa que eu acertei sempre. Ao contrário, acho que errei mais do que acertei. Mas uma estrada de sucesso é feita de muitos erros. melhor errar do que nem tentar.

Agora, saio da P.A.D.A. para que eu possa cometer meus próprios erros, para que eu possa voltar a trabalhar em meus projetos pessoais que estão há muito carecendo de atenção e que não conseguia dar prosseguimento devido à imersão em que me encontrava na P.A.D.A.. Mas não considero isso um adeus, mas sim um até logo. Tem muita gente boa na P.A.D.A. e, com certeza, não vou querer perder o contato com nenhum deles.

Mas, a minha saída da P.A.D.A. traz alguns aspectos negativos (Para mim e para a própria P.A.D.A.). Todos os projetos em que eu estava envolvido pela P.A.D.A. estão agora sob a responsabilidade da P.A.D.A.. Assim sendo, A P.A.D.A. MEDO, a nova revista de terror da P.A.D.A. que eu estava idealizando e editando, fica em suspenso até que o grupo decida o que vai fazer com as histórias enviadas. O material que recebi vai ser encaminhado para a P.A.D.A. que é quem ficará responsável de contactar os artistas e deixá-los cientes de sua decisão (Se e como vai editar e publicar a revista).

É isso aí, pessoal. Como mencionei antes, foi um período muito divertido e enriquecedor, profissionalmente e pessoalmente. mas chega a hora de caminhar pelas próprias pernas.

Mas, como também mencionei anteriormente, nossos caminhos ainda vão se cruzar bastante e tenho certeza de que muita coisa boa irá surgir dessas parcerias eventuais.

 

Posfácio para livro de Eduardo Schloesser

Capa do livro Aprenda a desenhar, primeiros passos n. 02, de Eduardo Schloesser

Há alguns meses atrás foi lançado o livro APRENDA A DESENHAR – PRIMEIROS PASSOS N. 02, pela editora Criativo onde o ilustrador EDUARDO SCHLOESSER pode orientar novos desenhistas como desenhar paisagens, caricaturas, anatomia, criar contrastes e muito mais.

O que eu me esqueci de comentar, na época de lançamento da edição, é que o Eduardo me pediu para escrever o posfácio da edição. Foi uma grande honra para mim poder falar um pouco sobre esse artista e sobre sua arte que tanto admiro. A edição pode ser encontrada em quase todas as bancas de revistas e livrarias especializadas e é um excelente material para quem quer aprender um pouco mais sobre a arte da ilustração. Abaixo, eu reproduzo o posfácio e o autógrafo que ganhei desse fabulosos artista e que, hoje, também posso chamar de amigo.

Reprodução do posfácio que escrevi

 

Autógrafo de Eduardo Schloesser.

 

 

HQ minha e de Adriano Araújo foi selecionada para Coletânea da Marca de Fantasia

Página 1 da hq A lei da Selva com roteiro de Leonardo Santana e arte de Adriano Araújo.

Ontem fui avisado por Henrique Magalhães, da editora marca de fantasia, que a hq “A Lei da Selva”, escrita por mim e desenhada por Adriano Araújo fora selecionada para participar da coletânea sobre homossexualismo intitulada “Hq e homossexualismo”.

Fiquei muito feliz em ter sido selecionado por vários motivos.

Primeiro, por que sei que tudo o que sai pela Marca de Fantasia tem uma atenção altamente criteriosa. Henrique Magalhães não é apenas editor e fã de quadrinhos mas um profundo estudioso do assunto. Por isto sei que, se a hq foi selecionada é por que ela tinha valor estético e artístico.

A segunda razão pela qual fiquei feliz em participar da coletânea foi pelo desafio do tema. Um tema bastante complexo onde é preciso muita atenção para não ficar estereotipado.

Por fim, fiquei feliz de conseguir encontrar no Adriano Araújo um colaborador responsável e profissional que conseguiu entregar a hq em tempo hábil para participar das seletivas da coletânea.

Para saber quem são os outros selecionados, clique aqui.

 

H. G. Oesterheld em dose tripla

 

Minha irmã mora na Argentina e, embora eu ainda não tenha tido a oportunidade de visitá-la, toda vez que ele vem para o Brasil ou que meus pais voltam da terra de nossos hermanos, eu sou agraciado com um exemplar de alguma obra em quadrinhos.

Ha cerca de 2 ou 3 anos atrás eu recebi uma edição do Eternauta de Oesterheld e Solano Lopez. Hoje recebi mais duas obras de Oesterheld: Sherlock Time e Ticonderoga.

Esses dois títulos fazem parte de uma coleção chamada Biblioteca Clarín de La Historieta.

Fosse só pelas histórias de Oesterheld, já seriam dois tesouros. Mas o que me chamou atenção foram os desenhistas das duas obras: Alberto Breccia e Hugo Pratt.

São duas massarocas com em torno de 300 páginas com desenhos magníficos (E tenho certeza de que a história também é ótima pois Oesterheld era um grande roteirista).

Para quem não sabe, o escritor argentino H. G. Oesterheld foi sequestrado e desapareceu (Leia-se foi assassinado) durante a ditatura militar argentina em meados dos anos 70.