F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 19)

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Detalhe – F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 19)

Com o  F.D.P. fora da jogada, a situação perde totalmente o controle e, agora, todos estão contra todos e não há mais escapatória para ninguém.

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq, intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

Para ler outras hqs do F.D.P. publicadas clique no títulos das histórias: Vícios e virtudes, A morte do homem-extraordinário

Quer saber mais sobre o F.D.P.? Clique aqui. E veja a galeria com o personagem aqui. Se quiser, mande uma ilustração para a gente postar na galeria.

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F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 18)

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detalhe – F.DP. – SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) – 18

O que já parecia uma complicada situação de assalto a banco com reféns se torna uma ainda mais complexa cacofonia de violência com pitadas paranormais na qual o F.D.P. está envolvido até o pescoço.

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq, intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

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Príncipe Monty em busca do cálice valente

Na última semana dei uma parada no projeto “Diários Italianos – O Brasil na Segunda Guerra Mundial” para dar atenção à um “mashup” que tenho que fazer.

O termo “Mashup” significa misturar e é justamente isto o que se propõe o editor e xará Leonardo Melo quando trouxe à vida a publicação “Clássicos revisitados”. A cada edição ele traz um tema duplo misturado que faz com que os roteiristas possam “enlouquecer” nas propostas apresentadas.

Já passaram pela publicação os temas “Máfia x lendas infantis”, “literatura noir x monstros da literatura”, “terror x lendas românticas” e “fatos históricos x clássicos da ficção científica” e eu tive a honra e o prazer de participar de quase todas elas.  A mais nova edição da publicação que está em produção propõe algo novo misturando “clássicos do cinema x clássicos dos quadrinhos” e o convite que recebi foi o de viajar na maionese fazendo um “mashup” entre o Príncipe Valente de Hal Foster e o filme Monty Python em busca do cálice sagrado.

O Príncipe Valente era uma tira de jornal criada por Hal Foster em 1937 focada nas aventuras de um jovem na época do Rei Arthur. O incrível realismo da arte de Hal Foster e a ação e aventura pelas quais passavam o Príncipe Valente arrebataram fãs no mundo todo até hoje.

Já o Monty Python era um grupo de comediantes ingleses da televisão que foi ao ar pela primeira vez em 1969. O humor (muitas vezes non-sense mas sempre inteligente) do grupo fez com que eles ficassem famosos no mundo todo através de shows e, principalmente, filmes. Além de “Monty Python em busca do Cálice Sagrado”, o grupo também lançou outro filme bastante engraçado e emblemático na época chamado “A vida de Brian” onde conta uma história paralela à história de Jesus Cristo.

Por aí vocês já imaginam a complicação em misturar todo o realismo de Hal Foster com o show de absurdos do Monty Python. Mas, eu acredito que um verdadeiro artista é aquele que, sempre que pode, tenta sair de sua zona de conforto. Isto é o que fortalece o trabalho de um artista e o permite evoluir na sua arte.

Nos últimos dias tenho me debruçado sobre estas duas fontes para começar o trabalho de escrever o roteiro. Ainda não sei o que vai sair daí mas espero que seja algo bem divertido para mim e para que ler a hq.

Pernambuco Holandês – A Queda de Olinda – Prévias

A nossa história é rica de ação, emoção, lutas épicas e dramas arrebatadores como toda e qualquer super produção de Hollywood. A diferença é que, raramente, alguém pega essas histórias e dá a elas a verdadeira dimensão que elas merecem.

Não é o caso de “Pernambuco Holandês – A queda de Olinda”, a novela gráfica que mostra detalhadamente as primeiras 24 horas de luta que o exército privado holandês infligiu ao povo Pernambucano no ano de 1630 que, mesmo sem nenhum apoio da coroa espanhola (O Brasil era domínio espanhol nesta época), ofereceu a resistência que pode aos invasores.

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F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 17)

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Detalhe – F.DP. – SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) – 17

A situação está totalmente fora de controle: A polícia decide invadir o banco. O F.D.P.  tenta fazer alguma coisa para ajudar a todos mas o caos toma conta de tudo.

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq, intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

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F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 16)

Detalhe - F.DP. - SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) - 16

Detalhe – F.DP. – SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) – 16

Depois de duas semanas meio desorganizadas voltamos com a publicação on-line da hq do F.D.P.. E, pela cara de nosso (anti-)herói, o que era ruim está prestes a piorar, tanto dentro como fora do banco.

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq, intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

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