Conheça um pouco mais sobre As Novas Amazonas lendo a hq “Antigas Histórias”

Nesta hq, Helena, a líder dAs Novas Amazonas, conta um pouco mais sobre a história do mundo em que elas vivem, um pouco sobre sua própria vida e ajuda a nova integrante do grupo a ser batizada.

Com Roteiro de Leonardo Santana e arte de Alex Barros, a hq intitulada “Antigas Histórias” é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais sobre esta série que mistura ficção científica, aventura, mundo apocalíptico e ecologia.

Para ler a hq, clique aqui.

 

Antigas Histórias (Por Leo S e Alex Barros) Pag 01

As Novas Amazonas 02 – Antigas Histórias (Por Leo Santana e Alex Barros) Pag 01

As Novas Amazonas foram criadas por Leonardo Santana e Ricardo Anderson.

Quer saber mais sobre As Novas Amazonas? Clique aqui. E veja a galeria com as personagens aqui. Se quiser, mande uma ilustração para a gente postar na galeria.

Diários Italianos: um pouco mais sobre Grupos de Combate

A menor unidade bélica dentro da infantaria do exército Brasileiro era o Grupo de Combate (GC) que foi copiado do “Rifle Squad” do exército americano.

De acordo com o manual da Rifle Company de 1942, um “Rifle Squad”,compreendia, em média, de 12 homens:

  • O Sargento líder do esquadrão;
  • Um cabo que atuava como seu assistente e granadeiro com rifle anti-tanque;
  • Uma “equipe de rifle automático” composta de três homens: o homem BAR (Que carregava o B.A.R. – ), seu assistente de tiro e um porta-munições;
  • E sete fuzileiros. Destes últimos, dois foram designados como batedores (Scouts).

E em “Diários Italianos – O Brasil na Segunda Guerra Mundial” , nós acompanhamos a história do 13° Grupo de Combate, da 8ª Companhia do Batalhão Uzeda, do Regimento Sampaio.

Nós já mencionamos um pouco mais sobre esse GC aqui, incluindo o nome dos seus integrantes e suas funções. Em breve iremos falar sobre cada um destes integrantes.

O projeto “Diários italianos – O Brasil na segunda guerra mundial” é uma história em quadrinhos ficcional que conta as aventuras de um grupo de combate de soldados brasileiros da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, durante a segunda guerra mundial. O projeto está na fase de revisão e à procura de um desenhista para a produção das páginas de quadrinhos.

Brazilian soldiers in the Gotic Line

Grupo de Combate da FEB comandado pelo Sargento Wolf

Para acompanhar as novidades deste projeto, acesse o blog do autor (https://roteiristaleo.wordpress.com/) ou a página no facebook (https://www.facebook.com/Di%C3%A1rios-Italianos-O-Brasil-na-Segunda-Guerra-Mundial-326502687689603/)

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prévia da hq Undeadman e os capacetes brancos

Como mencionamos aqui, escrevi um roteiro para o personagem Undeadman, do roteirista, editor e xará LEO MELO,  e a hq está sendo ilustrada  pelo ROM FREIRE. E, como a hq está quase pronta, venho aqui dividir com vocês, uma das páginas da hq que é uma homenagem a um grupo de voluntários que atuam na Síria e são conhecidos como Capacetes Brancos.

Ainda não temos informações de quando esta hq e este projeto será publicado mas assim que tivermos mais informações, volto aqui para avisar a vocês.

Enquanto isto, vão comentando o que estão achando desse trabalho.

undeadman - capacetes brancos (Por Leo Santana e Rom Freire) - Pag 06 - 800px

undeadman – capacetes brancos (Por Leo Santana e Rom Freire) – Pag 06 (Versão 1)

Johnny & Mary (Página 3)

Detalhe - Johnny and Mary (Por Leo S e Marcus Rosado) Pag 03

Detalhe – Johnny and Mary (Por Leo S e Marcus Rosado) Pag 03

Após serem traídos por seus comparsas, Johnny e Mary tem que empreender uma fuga desesperada para escapar da morte.

Com roteiro meu e arte de  Marcus Rosadoesta hq foi intitulada de “Johnny & Mary” e  é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

Esta edição de Clássicos revisitados está esgotada mas, para conhecer e adquirir outros números desta publicação (Antes que também se esgotem) , clique nos links abaixo:

Clássicos Revisitados 2 – Monstros Noir

Clássicos Revisitados 3 – ROmance & Terror

Clássicos Revisitados 4 –  História sci-fi

Leia a primeira hq do F.D.P. Aqui

Fernando Drummond Pessoa é um jornalista sem-vergonha, mau caráter e oportunista e, por isso, é mais conhecido como F.D.P.; Na sua aventura de estreia, o F.D.P. se vê envolvido entre o pagamento de uma dívida a um bicheiro e um assalto a um banco por um paranormal descontrolado.

Com Roteiro de Leonardo Santana, arte de José Henrique e cores de Teo Pinheiro, a hq intitulada “Se não morrer ninguém não é notícia” é aventura e humor do começo ao fim.

Para ler a hq, clique aqui.

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Para acompanhar as novidades a respeito do F.D.P., curta a nossa página no facebook: https://www.facebook.com/FDPHQ-452120935122372/

Personagens de Pernambuco Holandês: Matias de Albuquerque

Matias de Albuquerque

Matias de Albuquerque pelas mãos do artista Carlos Eduardo Cunha

Na ocasião da invasão holandesa de 1630, MATIAS DE ALBUQUERQUE possuía a autoridade de GOVERNADOR E COMANDANTE SUPREMO DAS CAPITANIAS DE PERNAMBUCO, ITAMARACÁ, PARAÍBA E RIO GRANDE DO NORTE e a responsabilidade de expulsar a invasão Holandesa às costas Brasileiras.

Nascido em Olinda, no ano de 1580, Matias de Albuquerque era neto de Duarte Coelho Pereira, o primeiro donatário da capitânia de Pernambuco, um militar com passagem gloriosa pelas Índias; e filho de Jorge de Albuquerque, considerado por muitos como um dos maiores guerreiros que já pisou as terras Pernambucanas. Além disso, era primo de Luiz de Sousa, o governador-geral do brasil em 1620 e irmão de Albuquerque Coelho, o herdeiro legal de Pernambuco.

Magro, porém de constituição forte, Matias de Albuquerque era um homem de ação, sem muitas firulas e sem tato político. Era um homem que fazia o que tinha de fazer doendo a quem doesse. Bruto, ignorante, enérgico, aguerrido. Matias de Albuquerque foi o grande guerreiro que combateu praticamente sozinho (Sem o apoio de outras capitanias e nem de Espanha) os holandeses no Brasil.

E a cada revés que a vida lhe dava, juntava suas forças para dar o devido troco. O que entendia e gostava mesmo era de administrar e de lutar. Seu principal objetivo era o de preservar o território de sua família (Preocupação maior do que a do herdeiro legítimo, seu irmão mais velho, Duarte Coelho). Graças a este perfil arrojado era considerado arrogante e fez muitos inimigos dentro e fora de sua jurisdição e acabou recebendo a alcunha de “O Terríbil”!

No projeto “Pernambuco Holandês – A queda de Olinda”, eu escrevo um pouco sobre a história deste incrível personagem e suas lutas contra os invasores holandeses.

“Pernambuco Holandês – A queda de Olinda”, é uma novela gráfica que mostra detalhadamente as primeiras 24 horas de luta que o exército privado holandês infligiu ao povo Pernambucano no ano de 1630 que, mesmo sem nenhum apoio da coroa espanhola , ofereceu a resistência que pode aos invasores.

O roteiro, escrito por Leonardo Santana e ilustrado e colorido por Carlos Eduardo Cunha, tem 56 páginas e faz parte de uma trilogia que se pretende contar toda a saga holandesa em Pernambuco de forma dinâmica, ágil e emocionante. O projeto está na fase de ilustração e na procura de editoras interessadas em publicar este material.

Para acompanhar as novidades a respeito deste projeto, curta a nossa página no facebook: https://www.facebook.com/pernambucoholandes/

O Ventilador e a Nova Amazona

Na CCXP Tour Nordeste que aconteceu aqui em Recife em Abril, teve um episódio muito engraçado que agora eu conto a vocês.

No primeiro dia, no Artist’s Alley, o calor imperou de uma forma cruel e todos, sem exceção reclamaram com a organização sobre a precariedade do ar condicionado do local que não estava dando vencimento aos artistas. Mesmo quem era da terrinha não estava aguentando o mormaço e a quentura.

Eu, que não sou bobo de nada, no dia seguinte, trouxe um baita dum ventilador e coloquei atrás das nossas mesas. E, como eu sou gente boa, ao invés de colocar o ventilador virado só para mim e para o meu parceiro de mesa, o Carlos Eduardo Cunha, coloquei o bicho girando e atingindo o máximo de pessoas que ele pudesse atingir.

Acontece que, uma das pessoas que estava na mesa ao lado da nossa era, ninguém mais ninguém menos, que o grande ilustrador e amigo Daniel Brandão. E, sob os auspiciosos novos ventos trazidos pelo ventilador que eu trouxe de casa, o Daniel fez, na hora, uma ilustração-surpresa para mim com a Olímpia, das Novas Amazonas, mandando-me uma mensagem bastante sui generis e divertida.

Esse divertido acontecimento criou um laço ainda maior entre a gente e deixou-me ainda mais certo da pessoal incrível e do caráter excepcional que possui Daniel Brandão.

Daniel Brandão é Ilustrador, quadrinista, arte-educador e empresário. Possui uma escola de desenho, quadrinhos, mangá e outras artes gráficas com grande tradição em Fortaleza. Para conhecer seu trabalho ou se inscrever em algum desses cursos, acesse o site do Estúdio Daniel Brandão.

Abaixo, os personagens principais desta história inusitada.

 

Para finalizar, gostaria de lembrar que o Daniel Brandão é o artista que está responsável pela arte da próxima hq Das Novas Amazonas intitulada de “Apenas Negócios”.