Personagens de Pernambuco Holandês: Matias de Albuquerque


Matias de Albuquerque

Matias de Albuquerque pelas mãos do artista Carlos Eduardo Cunha

Na ocasião da invasão holandesa de 1630, MATIAS DE ALBUQUERQUE possuía a autoridade de GOVERNADOR E COMANDANTE SUPREMO DAS CAPITANIAS DE PERNAMBUCO, ITAMARACÁ, PARAÍBA E RIO GRANDE DO NORTE e a responsabilidade de expulsar a invasão Holandesa às costas Brasileiras.

Nascido em Olinda, no ano de 1580, Matias de Albuquerque era neto de Duarte Coelho Pereira, o primeiro donatário da capitânia de Pernambuco, um militar com passagem gloriosa pelas Índias; e filho de Jorge de Albuquerque, considerado por muitos como um dos maiores guerreiros que já pisou as terras Pernambucanas. Além disso, era primo de Luiz de Sousa, o governador-geral do brasil em 1620 e irmão de Albuquerque Coelho, o herdeiro legal de Pernambuco.

Magro, porém de constituição forte, Matias de Albuquerque era um homem de ação, sem muitas firulas e sem tato político. Era um homem que fazia o que tinha de fazer doendo a quem doesse. Bruto, ignorante, enérgico, aguerrido. Matias de Albuquerque foi o grande guerreiro que combateu praticamente sozinho (Sem o apoio de outras capitanias e nem de Espanha) os holandeses no Brasil.

E a cada revés que a vida lhe dava, juntava suas forças para dar o devido troco. O que entendia e gostava mesmo era de administrar e de lutar. Seu principal objetivo era o de preservar o território de sua família (Preocupação maior do que a do herdeiro legítimo, seu irmão mais velho, Duarte Coelho). Graças a este perfil arrojado era considerado arrogante e fez muitos inimigos dentro e fora de sua jurisdição e acabou recebendo a alcunha de “O Terríbil”!

No projeto “Pernambuco Holandês – A queda de Olinda”, eu escrevo um pouco sobre a história deste incrível personagem e suas lutas contra os invasores holandeses.

“Pernambuco Holandês – A queda de Olinda”, é uma novela gráfica que mostra detalhadamente as primeiras 24 horas de luta que o exército privado holandês infligiu ao povo Pernambucano no ano de 1630 que, mesmo sem nenhum apoio da coroa espanhola , ofereceu a resistência que pode aos invasores.

O roteiro, escrito por Leonardo Santana e ilustrado e colorido por Carlos Eduardo Cunha, tem 56 páginas e faz parte de uma trilogia que se pretende contar toda a saga holandesa em Pernambuco de forma dinâmica, ágil e emocionante. O projeto está na fase de ilustração e na procura de editoras interessadas em publicar este material.

Para acompanhar as novidades a respeito deste projeto, curta a nossa página no facebook: https://www.facebook.com/pernambucoholandes/

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