Trilha sonora F.D.P.

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The Hives é a trilha sonora sugerida da nova hq do F.D.P.

Você sabia que cada hq do F.D.P. tem uma música sugerida como trilha sonora? É verdade! E, como estou escrevendo a quarta história do personagens, nada melhor do que passar um dia escolhendo a música ideal para essa hq que tem muita festa, bebidas, mulheres nuas, vampiros, confusão e segredos.

Muitas foram as músicas que quase se tornaram a trilha sonora dessa quarta edição: In Da Club (50 cent), Você não Presta (Mallu Magalhães), Where is My Mind (Pixies), Body Movin (Beastie Boys), Smack My Bitch Up (Prodigy) e muitas outras. E, apesar de me divertir escutando músicas que eu gosto durante horas, eu tinha que escolher apenas uma.

Foi então que chegarmos em “Hate to Say I Told you So”, to The Hives: Uma porrada violenta e revoltada bem à cara do F.D.P..

Assim sendo, hoje eu trago para vocês a playlist das 3 primeiras hqs que sairam do F.D.P. e também da próxima música que deverá ser a sugestão para a trilha sonora da hq.

Quem tiver spotify, pode acessar a playlist diretamente clicando aqui.trilhasonorafdpQuem não tiver, pode acessar as músicas individualmente nos links ao lado dos títulos das histórias:

Se não morrer ninguém não é notícia: A Little Less Conversation (Elvis Presley+JXL Radio Edit Remix)

Vícios e virtudes: (you’re the) devil in disguise (Elvis Presley)

A morte do homem-extraordinário: Adágio em G Menor (Tomaso Albinone)

Mistérios e segredos: Hate to Say I Told you So (The Hives)

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Quer saber mais sobre o F.D.P.? Clique aqui.

E veja a galeria com o personagem aqui. Se quiser, mande uma ilustração para a gente postar na galeria.

Quer acompanhar as novidades no facebook, clique aqui.

Quer ler as hqs do F.D.P. publicadas no meu blog, clique no títulos das histórias abaixo:

Se não morrer ninguém não é notícia

Vícios e virtudes

A morte do homem-extraordinário

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Lembrando que, a partir de agora, as prévias neste blog se tornarão mais reduzidas. Para acompanhar o making of das nossas produções na íntegra, apoie a nossa campanha neste link ou no banner abaixo.

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Pernambuco Holandês: Curiosidades do exército Holandês

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Exército Holandês durante o ataque a Olinda (Por Carlos Eduardo Cunha)

Para escrever o roteiro do projeto Pernambuco Holandês, foi preciso fazer uma grande pesquisa sobre diversos atores e aspectos da época. Muitas coisas acabam entrando na história de forma sutil, quase imperceptível. Muitas outras, porém, só servem para que autor e ilustrador compreendam como funcionavam as coisas naquele período e, por isto, acabam ficando de fora do roteiro.

Porém, são notas interessantes e eu venho hoje compartilhar algumas delas com vocês.

O foco de hoje é no exército Holandês.

No exército da Holanda (as Províncias Unidas) haviam muitos mercenários de outros países (Alemanha, Polônia, França e em países vizinhos) para compor suas tropas. Era oferecido um soldo de 8 florins (400 euros) mensais, mais participação no butim. E, já no recrutamento, era dado 13 stuivers (moeda divisionária holandesa. Este valor equivalia a cerca de 6,7 euros) e assegurado outros 13, todos os dias, até os alistados serem passados em revista. Depois do treinamento e antes de partir, cada um recebia 2 meses de soldo adiantados para deixar com suas famílias. Apesar de ser fácil encontrar homens dispostos a arriscar a vida em troca deste soldo, escolher milhares de mercenários minimamente confiáveis era bem mais difícil.

A armada holandesa consistia em 56 navios, 13 pinaças, 7.280 homens, entre os quais 3.500 soldados. De artilharia grossa contava-se 1.160 peças, entre canhões e meio canhões. Balas de ferro e de pedra e muita pólvora.

Uma Pinaça era a designação dada a um tipo de pequena embarcação, à vela ou a remos, utilizado como embarcação de apoia a navios de guerra ou mercantes. As pinaças eram usadas para estabelecer comunicação entre navios pertencentes a uma mesma esquadra ou entre os navios e a terra. Em viagens longas as pinaças eram em geral rebocadas ou navegavam de conserva com as grandes embarcações. O nome resulta da utilização quase exclusiva de madeira de pinho na construção daquelas embarcações, aparecendo em diversas formas na maioria dos idiomas europeus . A designação pinaça de Arcachon (em francês pinasse d’Arcachon) é um tipo tradicional de pequena embarcação utilizada na região de Arcachon, na costa sudoeste da França.

Os Regimentos são divididos em batalhões, e batalhões são divididos em companhias. Ppor exemplo, uma companhia pesquisada da época tinha cerca de 184 homens em armas e, para poder ser embarcada, foi preciso ser dividida em dois navios.

Para as viagens de navios, era preciso assegurar que não faltasse comida e água doce cuja duração nem sempre era certa de se prever. Era também comum a pesca durante as viagens. Em um diário de um dos soldados que viajaram e combateram na costa Pernambucana, é mencionada a pesca de cavalas, peixe-espadas e, até mesmo, golfinhos.

A respeito da alimentação, este mesmo diário menciona o seguinte: “nesta data começou em nosso navio a distribuição de víveres por porções, ou, como se constuma chamar, rações. Cada tripulante recebeu 3 grandes queijos flamengos para toda a viagem. Fomo avisados que, semanalmente, receberemos 4 libras e meia de biscoitos meados de grãos (cerca de 2 kgs), ½ libra de manteiga e um pouco de vinagre. Além disso, faremos jus a 2 dias de carne e a 1 dia de bacon ao almoço. Isto acontecerá aos domingos, terças e quintas-feiras. Nos demais dias da semana, receberemos aveia, cevada, ervilhas e, talvez, peixe. Pelo visto até aqui, é tudo tão pouco que 2 homens, com bom apetite, devorariam as rações de 8”.

Os holandeses também chamavam Pernambuco de Zuikerland (Terra do açúcar).

Armas utilizadas pelos holandeses: Espadas, arcabuzes, mosquetes e balas.

Quando em uma frota de navios, um capitão içava uma bandeira branca, era o sinal para que todos os capitães fossem a bordo da sua nau para receber ordens.

Alguns holandeses tinha o hábito de quando estavam muito mal, quando estavam pressentindo a morte chegar, gemiam e diziam que não estavam ali como se isto fosse enganar a morte. Por exemplo: “Hans Lickhosz não está aqui! hans Lickhosz não está aqui!”.

Da viagem da Europa até Pernambucno, tinham morrido mais de 200 homens da frota holandesa e cerca de 1.200 jaziam enfermos. Os holandeses atribuíram essas mortes e doenças principalmente ao escorbuto mas também à diarreia provocada pelo fato dos homens comerem quase de tudo que podia, de biscoito estragado por vermes a frutas podres.

Os holandeses também chamavam os negros de mouros.

A Formação tática dos Países Baixos consistia de: arcabuzeiros adiante, oficiais e bandeiras no centro e piqueiros atrás.

Os Países Baixos, que haviam se revoltado contra a Espanha em 1568, desenvolveram uma formação militar mais ligeira, que se baseava em regimentos com 1.200 homens. Proporcionalmente aos espanhóis eles possuíam o dobro de oficiais, o que aumentava o controle da tropa durante as batalhas e tornava o exército mais flexível.

Terço, organização militar que misturava soldados armados de piques com soldados armados de arcabuzes e mosquetes, e em pouco tempo alcançou a superioridade militar na Europa. A origem do termo “terço” (“tercio” em Espanhol) é algo obscuro. Umas opiniões defendem que isso se deve o facto de terem sido, inicialmente, criados três terços, cada qual correspondendo a 1/3 das tropas espanholas estacionadas na Itália. Outros defendem que isso se deve a que, inicialmente, cada terço deveria incluir os três tipos de combatentes de infantaria da época: os piqueiros (Lanças), os escudados (com espadas) e os besteiros (Posteriormente substituídos por arcabuzeiros). Uma terceira opinião defende que a origem do termo está nos 3.000 homens que constituíam o efetivos dos primeiros terços.

As armas de fogo pessoais mais utilizadas durante a Guerra eram a pistola, a carabina, o arcabuz, o mosquete e o bacamarte. À exceção da pistola e da carabina usadas pela cavalaria e que tinham fecho de pederneira, as restantes eram armas de fecho de mecha(uma corda). A alma lisa (ou seja, interior do cano sem estrias) destas armas Conferia ao projétil disparado uma baixa velocidade e uma trajetória errática, para o que também contribuía a forma esférica da bala de chumbo. O alcance dentro do qual era esperado causar baixas ao inimigo era limitado: cerca de 5-10 metros para a pistola, cerca de 60-80 metros para a carabina e o arcabuz, cerca de 100 metros para o mosquete (alcances aproximados, segundo as estimativas da época e reconstituições atuais, nem sempre coincidentes entre elas).

Um conjunto de variáveis influenciava a eficácia: as condicionantes atmosféricas, o estado de conservação da arma, a qualidade da pólvora (e a quantidade utilizada para permitir a detonação), o cansaço do militar, o moral e o seu treino ou experiência. Na cavalaria, por exemplo, com os solavancos da montada e o efeito da gravidade, mesmo utilizando uma segunda estopa para fixar melhor o projétil, podia acontecer que a bala se deslocasse no interior do cano e se afastasse da carga de pólvora que provocava a detonação. Deste modo, a velocidade inicial e logo a capacidade perfurante seriam muito reduzidas.

As características acima referidas condicionavam o emprego táctico das tropas equipadas com armas de fogo. As carabinas eram disparadas antes de se iniciar uma carga ou durante uma escaramuça à distância, enquanto as pistolas eram reservadas para o corpo-a-corpo, sendo disparadas muito perto do contato, antes de se recorrer à espada, ou até desfechadas à queima-roupa. Arcabuzes e mosquetes eram muito mais eficazes se disparados em salva: tiro efetuado à voz de comando, normalmente pelas duas primeiras fileiras.

Devido à rápida perda de velocidade da bala, aconteciam situações como as citadas anteriormente. Por isso, um colete ou casaca de couro podia ser suficiente para proteger o combatente de cavalaria, poupando os mais temerários ao incômodo suplementar de uma couraça metálica (o uso destas peças entre a infantaria era mais raro, excepto entre os oficiais). Mas se o militar fosse atingido, principalmente por uma bala mais pesada e volumosa como a de mosquete (cerca de 18mm de diâmetro), as consequências podiam ser bem complicadas. Até 40 ou 50 metros de distância, com alguma sorte a bala podia passar através do corpo sem atingir ossos ou tocar artérias ou órgãos vitais, ou ficar alojada num local de fácil extração. Este tipo de feridas sarava bem com os tratamentos empregues na época. O pior era quando um projéctil atingia um osso, quebrando-o, e depois deflectia para outras partes do corpo. Os ferimentos internos assim causados pela bala (que podia, ela própria, fragmentar-se, assim como ao osso, ampliando os danos) eram muito graves e quase sempre fatais. Na maior parte dos casos, a fratura de um membro provocada por uma bala levava à amputação do mesmo.

Os autores das narrativas de guerra dão ênfase aos eventos curiosos de pessoas atingidas por balas que pouco ou nada as incomodavam – o inverso não merecia grande destaque, porque era mais frequente.

Espero que tenham gostado de minhas anotações pessoais.

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Exercito Holandês sob ataque (Por Carlos Eduardo Cunha)

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“Pernambuco Holandês – A queda de Olinda”, é uma novela gráfica que mostra detalhadamente as primeiras 24 horas de luta que o exército privado holandês infligiu ao povo Pernambucano no ano de 1630 que, mesmo sem nenhum apoio da coroa espanhola , ofereceu a resistência que pode aos invasores.

O roteiro, escrito por Leonardo Santana e ilustrado e colorido por Carlos Eduardo Cunha, tem 56 páginas e faz parte de uma trilogia que se pretende contar toda a saga holandesa em Pernambuco de forma dinâmica, ágil e emocionante. O projeto está na fase de ilustração e na procura de editoras interessadas em publicar este material.

Para acompanhar as novidades a respeito deste projeto, curta a nossa página no facebook: https://www.facebook.com/pernambucoholandes/

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Diários Italianos: Jefferson Martins é definido como ilustrador do projeto

Finalmente estamos começando a produção dos desenhos do projeto “Diários Italianos – O Brasil na Segunda Guerra Mundial” e o artista que está responsável por essa belíssima tarefa é o maranhense Jefferson Martins.

Jefferson tem 43 anos e publicou durante muito tempo em fanzines e outras publicações independentes. Seu debut de forma profissional se fez através da Pencil Blue Studio e, desde então, vem produzindo quadrinhos para o mercado nacional e internacional.

Neste momento, o Jefferson está imerso não só no roteiro de 77 páginas mas, também, em um calhamaço de informações adicionais que eu levantei (visual e textual) da época e do tema e também uma lista de indicações de filmes, documentários e, até mesmo, séries americanas para que ele possa se apropriar do tema da forma satisfatória.

Além disto, nossas conversas estão seguindo no sentido de esboçar algumas ideias para o visual dos personagens e, então, iremos partir para a produção de fato das páginas.

Abaixo, segue um esboço que ele fez apenas para ir sentindo o tema (Mas que ainda não faz parte do projeto).

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Ilustração de Jefferson Martins sobre o tema

Abaixo, vocês poderão apreciar um pouco do trabalho deste artista.

 

O projeto “Diários italianos – O Brasil na segunda guerra mundial” é uma história em quadrinhos ficcional que conta as aventuras de um grupo de combate de soldados brasileiros da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, durante a segunda guerra mundial. O projeto está na fase de ilustração das páginas de quadrinhos.

Para acompanhar as novidades deste projeto, acesse o blog do autor (https://roteiristaleo.wordpress.com/) ou a página no facebook (https://www.facebook.com/diariositalianos)

#segundaguerramundial #segundaguerra #brasilnasegundaguerra#pracinhasdafeb #feb #forcaexpedicionariabrasileira #ww2 #worldwar2#wwii #acobravaifumar #acobrafumou #smokingsnakes

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Editoria Peiropolis anuncia adaptação de Fausto, de Goethe, para breve

Nesta última terça-feira, dia 20/06, a editora Peiropolis anunciou no seu Instagram que está quase saindo do forno a adaptação para quadrinhos da obra Fausto, de Goethe. 

De acordo com fontes internas da editora, o álbum deve ser lançado no mês de agosto.

A adaptação e roteiro foi feito por mim, a arte ficou por conta de Rom Freire e as cores ficaram a cargo de Dinei Ribeiro.

Prévia da página 3 (Apoie a produção das hqs dAs Novas Amazonas)

As Novas Amazonas é uma das séries mais curtidas dentro do site e nós estamos a pleno vapor na produção de suas hqs. Até agora já produzimos 5 hqs completas que estão disponíveis para leitura gratuitamente em nosso blog (vide links abaixo) e já temos mais 3 roteiros prontos com 1 deles em plena produção.

E você, que realmente gosta das personagens e que quer nos ajudar  a acelerar a produção de suas histórias, agora pode nos apoiar de uma forma mais ativa através da nossa página no apoia.se.

Colabore com qualquer outra quantia para que eu possa continuar com a produção desses quadrinhos e continuar entregando cada vez mais histórias incríveis e emocionantes. E, lembrando que, para quantias a partir de R$ 10,00, você ainda concorre a brindes exclusivos todos os meses!

Clique aqui e vamos juntos dar continuidade a estes trabalhos incríveis!

Apenas Negócios(Por Leo Santana e Daniel Brandão) Pag 03-web

As Novas Amazonas – Apenas Negócios(Por Leo Santana e Daniel Brandão) Pag 03

Não conhece ou quer saber mais sobre As Novas Amazonas? Clique aqui.

E veja a galeria com as personagens aqui. Se quiser, mande uma ilustração para a gente postar na galeria.

Quer ler as hqs dAs Novas Amazonas gratuitamente, clique nos links abaixo:

01 – HOMEM BOM É HOMEM MORTO

02 – ANTIGAS HISTÓRIAS

03 – MAIS INTENSO QUE A VIDA, MAIOR QUE A PRÓPRIA MORTE

04 – CÃES SELVAGENS

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Para viver, HQ! Apoie esta ideia!

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Olá Pessoal,

Para quem não me conhece, meu nome é Leonardo Santana e eu sou roteirista de história em quadrinhos.

Antes de falar um pouco sobre meus objetivos aqui no apoie.se, eu queria dizer que É ISSO QUE EU AMO FAZER! Eu sinto que é isso que eu NASCI PARA FAZER.

Sabe quando você tem uma vida legal, uma casa, uma esposa, filhos, um emprego mas, mesmo com tudo isso, ainda falta algo para completar a sua vida? Pois bem, esse é o papel que a produção de quadrinhos tem em minha vida.

Eu me sinto FELIZ e COMPLETO quando estou produzindo quadrinhos. TUDO FAZ SENTIDO.

Só tem um pequeno problema aí: eu não sei desenhar!

Mesmo assim, no decorrer de quase 15 anos trabalhando com esta arte, consegui produzir diversas hqs e, inclusive, ganhar vários prêmios na área. Muitas das hqs que produzi podem ser lidas gratuitamente em meu blog: https://roteiristaleo.wordpress.com

Infelizmente, apesar de tudo isso, nunca consegui ganhar dinheiro com quadrinhos e o que me move é, pura e simplesmente, a necessidade e a paixão por escrever e produzir esse tipo de trabalho.

Boa parte desse material produzido foi com o apoio de amigos desenhistas mas, ultimamente, tenho tido dificuldades de conseguir parceiros para produzir meus trabalhos e a única forma de conseguir continuar produzindo é contratando estes artistas. E eu entendo completamente isto pois a maioria dos desenhistas vive única e exclusivamente de sua arte.

Então, por mais curioso que seja, eu venho aqui pedir um apoio não diretamente para mim, mas para eu poder pagar os artistas que desenham meus roteiros. Todo o dinheiro aqui arrecadado vai ajudar na produção dessas hqs.

Então, você que gosta de mim ou de meu trabalho, eu peço que me ajude a continuar realizando o meu sonho.

Colabore com R$ 10,00 ou qualquer outra quantia para que eu possa continuar com a produção desses quadrinhos e continuar entregando cada vez mais histórias incríveis e emocionantes. E, lembrando que, para quantias a partir de R$ 10,00, você ainda concorre a brindes exclusivos todos os meses!

Clique aqui e vamos juntos dar continuidade a estes trabalhos incríveis!

O dinheiro aqui arrecadado vai servir para produzir (inicialmente, mas não apenas) os seguintes quadrinhos dos roteiros abaixo já produzidos:

1. DIÁRIOS ITALIANOS – O BRASIL NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.
Quantidade de páginas: 77
Sinopse: Um grupo de combate da FEB é encarregado de uma patrulha de reconhecimento, mas acabam entrando em conflito com os alemães. Feridos e em desvantagem numérica, os Pracinhas são ajudados por uma mulher que guarda um grande e emocionante segredo.

2. AS NOVAS AMAZONAS
Quantidade de páginas: 20
Sinopse: As novas Amazonas chegam a uma vila a procura de fazer trocas visando conseguir munição extra. Porém, o preço para se conseguir o que quer pode ser o corpo de uma das amazonas e isto acaba se transformando num grande problema para as guerreiras.

3. PERNAMBUCO HOLANDÊS
Quantidade de Páginas: 56
Sinopse: Reapresentação das primeiras 24 horas de luta que o exército privado holandês infligiu ao povo Pernambucano no ano de 1630 que, mesmo sem nenhum apoio da coroa espanhola , ofereceu a resistência que pode aos invasores.

4. CARMEN, DE BIZET
Quantidade de Páginas: 75
Sinopse: Adaptação da ópera Carmen, de Bizet, para quadrinhos.

É isso, galera! Fazer quadrinhos no Brasil não é fácil mas eu conto com a ajuda de vocês.

Johnny & Mary (Página 7)

Detalhe - Johnny and Mary (Por Leo S e Marcus Rosado) Pag 07

Detalhe – Johnny and Mary (Por Leo S e Marcus Rosado) Pag 07

Johnny e Mary mal podem acreditar na sorte que tiveram mas, mesmo assim, Mary está preocupada.

Esta hq é uma desconstrução da história infantil de João e Maria trazendo para o mundo dos gangsters dos anos 30.

Com roteiro meu e arte de  Marcus Rosadoesta hq foi intitulada de “Johnny & Mary” e  é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

Esta edição de Clássicos revisitados está esgotada mas, para conhecer e adquirir outros números desta publicação (Antes que também se esgotem) , clique nos links abaixo:

Clássicos Revisitados 2 – Monstros Noir

Clássicos Revisitados 3 – ROmance & Terror

Clássicos Revisitados 4 –  História sci-fi