Pernambuco Holandês: making of e mais um pouco da história de Pernambuco

Esta semana recebi os sketchs enviados pelo ilustrador Carlos Eduardo Cunha das páginas do nosso projeto Pernambuco Holandês até a página 23. Como já explicamos aqui, eu estou analisando os sketchs e tão logo eu os aprove, o Carlos começa o processo de ilustração propriamente dito.  E é muito legal poder ver a história começando a tomar forma.

Eu gostaria de poder mostrar mais coisas para vocês mas, por hoje, vou deixar vocês com apenas dois destes sketchs – das páginas 18 e 19 que mostram o momento exato da chegada dos Holandeses à Recife – para que você comecem a ter uma noção do que esperar quando o projeto estiver pronto.

E, como prometido, um pouco da história desse conflito.

Em 1628 , uma esquadra da WIC (Companhia das Índias Ocidentais), comandada por Piet Heyn, captura uma frota da prata espanhola, no litoral de Cuba, e o butim permite à companhia financiar um novo ataque ao Brasil. O alvo desta vez era Pernambuco, o maior produtor de açúcar do mundo.

A coroa Espanhola, então ciente dos possíveis novos ataques dos Holandeses à costa Brasileira (Eles já haviam sido expulso da Bahia em 1625), despacha Matias de Albuquerque para o Brasil para proteger Pernambuco e arredores (Itamaracá, Paraíba e Rio Grande do Norte) e lhe fornece, à título de reforços, apenas 1 caravela e 27 soldados.

E é com este contingente, além dos encontrados no Brasil, que ele tem que proteger quase toda a costa do nordeste Brasileiro.

O que fez Matias de Albuquerque e como fez para rechaçar o ataque Holandês é uma parte da história que contamos no nosso projeto Pernambuco Holandês.

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“Pernambuco Holandês – A queda de Olinda”, é uma novela gráfica que mostra detalhadamente as primeiras 24 horas de luta que o exército privado holandês infligiu ao povo Pernambucano no ano de 1630 que, mesmo sem nenhum apoio da coroa espanhola , ofereceu a resistência que pode aos invasores.

O roteiro, escrito por Leonardo Santana e ilustrado e colorido por Carlos Eduardo Cunha, tem 56 páginas e faz parte de uma trilogia que se pretende contar toda a saga holandesa em Pernambuco de forma dinâmica, ágil e emocionante. O projeto está na fase de ilustração e na procura de editoras interessadas em publicar este material.

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