Analisando roteiro de Neil Gaiman

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O famoso roteirista de Sandman e escritor de American Gods começou a fazer fama dando continuidade ao trabalho começado por Allan Moore nas histórias de Miracleman. E hoje, vamos poder ver e analisar o roteiro de Neil Gaiman para uma destas histórias desta série.

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A sarjeta e os tipos de transição

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A sarjeta é muito mais do que um espaço de separação entre dois quadros. É o espaço onde uma história em quadrinhos se transforma em uma narrativa com a participação do leitor.

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Analisando Roteiro de Warren Ellis

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Estamos inaugurando uma nova seção no site dedicada à análise de roteiros de famosos para identificar pontos recorrentes em suas obras, verificar seus estilos e observar a interpretação feita pelos desenhistas para os seus escritos.

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Tudo sobre personagens

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Exemplo de personagens fictícios: Homem-Aranha, Corto Maltese, Dracula, Robin Hood.

Acabo de publicar um artigo falando tudo sobre personagens: quais os tipos, dimensões, o que são estereótipos e arquétipos, dicas de criação de personagem, ficha de personagens e mais algumas outras coisas.

Para ler, clique aqui.

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Reflexões de um roteirista: Entre a angústia e a serenidade

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Quando eu estou em vias de escrever um roteiro mas ainda não tenho a história, eu passo por momentos de angústia e de aflição. por exemplo, eu sei que quero escrever uma história de terror mas ainda não sei exatamente sobre o que eu vou falar e muito menos tenho a história ainda. Enquanto não tenho a história vou lendo, assistindo filmes, pesquisando imagens e matérias sobre algo que possa me dar a ideia sobre o que escrever. Algumas vezes a epifania aparece rápido, em alguns poucos dias. Outras vezes, ela demora bastante. principalmente quando a história é baseada em fatos que realmente existiram: Um assassinato de alguém importante, uma época histórica relevante (Descobrimento do Brasil, por exemplo) ou uma guerra.

Então, quando a história não aparece, a angústia vai me consumindo. É como um inimigo que eu preciso combater mas que não consigo ver, que não tenho como ter acesso a ele. E, nesta história que estou querendo escrever agora, essa angústia já dura quase 30 dias.

Mas hoje, subitamente, tudo melhorou. De uma situação que ouvi num documentário, surgiu todo o desenvolvimento da história. Início, meio e fim. Ainda não é o roteiro em si mas agora eu tenho uma ideia que eu posso trabalhar da maneira que eu gostaria.

A angústia, agora, deu lugar à excitação. Um estado quase maníaco de querer juntar todas as ideias e informações em cima de uma estrutura (um esqueleto) de roteiro para que eu possa realmente confirmar se a história vai ficar interessante ou não. Somente depois disto, depois desta reposta final, é que começo a escrever realmente o roteiro. Aí, nesse momento, é onde o estado de excitação passa ao de serenidade. Escrever o roteiro quando já se tem a história é um estado de graça até a sublimação final de escrever um “Fim” ao final do roteiro.

Em busca da ideia perdida

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Este artigo faz parte do livro sobre roteiros que vivo querendo escrever mas que nunca levo adiante.

Em busca da ideia perdida

Um roteirista de história em quadrinhos não pode e nem deve ficar à mercê de uma ideia que talvez nunca apareça. Ele precisa compreender que todo ato de escrever é, como reza a máxima, cerca de 90% de transpiração e apenas 10% de inspiração. Ele precisa correr atrás dessa ideia, dessa inspiração, que lhe permita iniciar o seu trabalho independente de qualquer circunstância. Não se pretende, aqui, ser condescendente com ninguém. O foco deste livro é transformar o leitor num roteirista de produção, que tem que cumprir prazos e honrar compromissos. O próprio Alan Moore mencionou que não podia se dar ao luxo de ter bloqueios artísticos por que, simplesmente, havia contas a serem pagas no final do mês. Assim sendo, é preciso compreender algumas técnicas e dicas para a obtenção de ideias e de como desenvolver essas ideias.

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Modelo De Roteiro Para Quadrinhos Versão 2.0

modeloroteiroQuem me conhece, sabe que eu gosto das coisas organizadas. E, desde muito cedo, eu comecei a perceber uma série de problemas na forma “caseira” de se fazer roteiros. Muitos roteiristas iniciantes (E eu, durante um bom tempo, me incluí entre eles) escrevíamos um roteiro e mandávamos para os desenhistas com nada mais além do básico para ele construir  a hq. Muitas vezes, sequer, colocávamos no arquivo enviado, o nome do roteirista.

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