Leia a primeira hq do F.D.P. Aqui

Fernando Drummond Pessoa é um jornalista sem-vergonha, mau caráter e oportunista e, por isso, é mais conhecido como F.D.P.; Na sua aventura de estreia, o F.D.P. se vê envolvido entre o pagamento de uma dívida a um bicheiro e um assalto a um banco por um paranormal descontrolado.

Com Roteiro de Leonardo Santana, arte de José Henrique e cores de Teo Pinheiro, a hq intitulada “Se não morrer ninguém não é notícia” é aventura e humor do começo ao fim.

Para ler a hq, clique aqui.

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F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 22 – Conclusão)

detalhe - F.DP. - SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) - 22

detalhe – F.DP. – SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) – 22

E chegamos a conclusão de mais uma hq On Line. Vemos os últimos acertos sendo feitos pelo F.D.P. e um pouco mais de sua filosofia, caráter e personalidade. Esperamos que tenham gostado.

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq foi intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

Para ler outras hqs do F.D.P. publicadas clique no títulos das histórias: Vícios e virtudes, A morte do homem-extraordinário

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F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 21)

detalhe - F.DP. - SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) - 21

detalhe – F.DP. – SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) – 21

 F.D.P. consegue contornar a situação de uma forma politicamente incorreta mas ele está pouco se fudendo para isto! Mas ainda existem algumas pontas soltas a serem fechadas e ele vai precisar de mais uma dose de malandragem para sair de mais esta.

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq, intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

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F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 20)

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Detalhe – F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 20)

Parece que é o fim!  O assaltante de banco descobre que tem poderes paranormais e em sua euforia com os poderes recém descobertos, parece não ter limites. Como será que o  F.D.P. ou quem quer que seja conseguirá impedir a escalada de loucura e destruição do poderoso bandido?

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq, intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

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F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 19)

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Detalhe – F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 19)

Com o  F.D.P. fora da jogada, a situação perde totalmente o controle e, agora, todos estão contra todos e não há mais escapatória para ninguém.

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq, intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

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F.D.P. – Se não morrer ninguém não é notícia (Página 18)

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detalhe – F.DP. – SE NÃO MORRER NINGUÉM NÃO É NOTÍCIA (Por Leo Santana e José Henrique) – 18

O que já parecia uma complicada situação de assalto a banco com reféns se torna uma ainda mais complexa cacofonia de violência com pitadas paranormais na qual o F.D.P. está envolvido até o pescoço.

Com roteiro meu e arte de José Henrique, esta hq, intitulada de “Se não morrer ninguém não é notícia”, é atualizada semanalmente. Para lê-la, clique aqui. Por favor, comentem.

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Príncipe Monty em busca do cálice valente

Na última semana dei uma parada no projeto “Diários Italianos – O Brasil na Segunda Guerra Mundial” para dar atenção à um “mashup” que tenho que fazer.

O termo “Mashup” significa misturar e é justamente isto o que se propõe o editor e xará Leonardo Melo quando trouxe à vida a publicação “Clássicos revisitados”. A cada edição ele traz um tema duplo misturado que faz com que os roteiristas possam “enlouquecer” nas propostas apresentadas.

Já passaram pela publicação os temas “Máfia x lendas infantis”, “literatura noir x monstros da literatura”, “terror x lendas românticas” e “fatos históricos x clássicos da ficção científica” e eu tive a honra e o prazer de participar de quase todas elas.  A mais nova edição da publicação que está em produção propõe algo novo misturando “clássicos do cinema x clássicos dos quadrinhos” e o convite que recebi foi o de viajar na maionese fazendo um “mashup” entre o Príncipe Valente de Hal Foster e o filme Monty Python em busca do cálice sagrado.

O Príncipe Valente era uma tira de jornal criada por Hal Foster em 1937 focada nas aventuras de um jovem na época do Rei Arthur. O incrível realismo da arte de Hal Foster e a ação e aventura pelas quais passavam o Príncipe Valente arrebataram fãs no mundo todo até hoje.

Já o Monty Python era um grupo de comediantes ingleses da televisão que foi ao ar pela primeira vez em 1969. O humor (muitas vezes non-sense mas sempre inteligente) do grupo fez com que eles ficassem famosos no mundo todo através de shows e, principalmente, filmes. Além de “Monty Python em busca do Cálice Sagrado”, o grupo também lançou outro filme bastante engraçado e emblemático na época chamado “A vida de Brian” onde conta uma história paralela à história de Jesus Cristo.

Por aí vocês já imaginam a complicação em misturar todo o realismo de Hal Foster com o show de absurdos do Monty Python. Mas, eu acredito que um verdadeiro artista é aquele que, sempre que pode, tenta sair de sua zona de conforto. Isto é o que fortalece o trabalho de um artista e o permite evoluir na sua arte.

Nos últimos dias tenho me debruçado sobre estas duas fontes para começar o trabalho de escrever o roteiro. Ainda não sei o que vai sair daí mas espero que seja algo bem divertido para mim e para que ler a hq.