Tipos de roteiristas

Chamada Site-tipos de escritoresHoje vamos falar nos tipos de roteiristas do estilo Full Script a partir de como eles escrevem suas cenas de quadrinhos.

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Analisando roteiro de Matt Fraction

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Um dos mais queridos roteiristas da atualidade é Matt Fraction e hoje nós vamos nos debruçar um pouco sobre o seu trabalho, conhecer e discutir um pouco sobre sua forma de escrever roteiros.

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Analisando roteiro de Brian Michael Bendis

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Continuamos com nossas análise de roteiros de grandes roteiristas de quadrinhos do mercado mundial pincelando agora as principais características de Brian Michael Bendis e quais os prós e os contras de particularidades de seu estilo.

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Analisando roteiro de Chris Claremont

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Se já é difícil encontrar roteiro originais de roteiristas atuais na internet, muito mais é encontrar um no estilo clássico Marvel Way e, ainda mais, se o roteiro for de um monstro sagrado dos quadrinhos como foi Chris Claremont.

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Analisando Roteiro de Warren Ellis

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Estamos inaugurando uma nova seção no site dedicada à análise de roteiros de famosos para identificar pontos recorrentes em suas obras, verificar seus estilos e observar a interpretação feita pelos desenhistas para os seus escritos.

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Novo artigo falando sobre a criação de universos em hqs

Chamada Site-criação de universos

Já está disponível um novo artigo falando sobre a criação de universos dentro de uma história em quadrinhos com várias dicas e exemplos.

Para ler, clique em Sobre Universos.

Se gostou, comente para que a gente publique mais dicas para roteiristas de quadrinhos.

Leia também os outros artigos que já publicamos

Em busca da ideia perdida

Modelo de roteiros para quadrinhos versão 2.0

Sobre enquadramentos para hqs

Sobre roteiros e roteiristas

Tudo sobre personagens

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Para apoiar este trabalho, clique neste link ou no banner abaixo.

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Reflexões de um roteirista: iniciando um roteiro

Writers-Block

Antes de mais nada, é preciso deixar claro que isto não é um artigo.

Está mais para um fluxo de consciência mais ou menos dirigido, controlado. É onde eu irei lançar sem muitas pretensões, organização e objetivos definidos, pensamentos que tenho a respeito dos trabalhos em andamento. Pode-se dizer que será um misto de conversa interior com confissão (ou testemunho). É onde irei dizer o que estou fazendo, por que estou fazendo, quais os problemas que estou enfrentando e quais as soluções, ideias e direções que estou tomando. Tudo isto, é claro, oferecendo o mínimo de spoilers necessários.

Vou começar com o roteiro mais novo das novas Amazonas.

Como eu já esperava, a história chega sempre antes do título. O título para esta sétima hq das novas amazonas ainda não está definido. Já mencionei anteriormente que tenho este tipo de problema com os títulos. Eles são, quase sempre, a última coisa a me preocupar e uma das mais difíceis de se escolher (Bem, quase sempre, é verdade). Por enquanto ele se chama “As novas Amazonas 007.docx”.

Comecei este roteiro mais ou menos como eu começo sempre: o que eu quero mostrar nesta história?

Quero dizer, não penso em tudo o que eu quero mostrar ou falar, mas a ideia principal. Neste caso, eu queria que, depois da última aventura, as novas amazonas tivessem um momento de descanço antes do evento que iria bagunçar com todos os planos delas.

Bem, depois de decido que mostrar, fui escrevendo esta decisão na forma de um brainstorm mesmo. Quase como um detalhamento do roteiro de forma grosseira. Algo mais ou menos assim:

“Nesta história, Isolda treina Athena. Athena conversa com Helena. Lolita e Jasmim saem para procurar mantimentos. É uma história bem leve até que, do meio para o final, …”

Escrevi mais algumas linhas gerais explicando o que ia acontecer com as personagens (Cada uma delas) nesta história e, de quebra, já adiantei neste brainstorm, algumas ideias para as próximas aventuras (ou melhor, as linhas gerais para as próximas).

Para facilitar ainda mais o meu trabalho, depois de rascunhar a ideia geral da história, tentei detalhar ainda mais algumas coisas que iriam acontecer na história. Sempre sem me preocupar se daria para mostrar tudo o que eu queria na hq ou não. Preocupei-me, neste momento, em, simplesmente, distibuir as personagens e suas ações ou intenções principais.

De posse dessas informações iniciais, chegou o momento de construir um esqueleto da história para saber o que dava para mostrar e em que ordem elas seriam apresentadas. Mas eu deixo para falar sobre isto em uma outra oportunidade.