Diários Italianos: Soldado Toni

Continuamos com a apresentação, uma a um, os personagens que compõe o  13° Grupo de Combate, da 8ª Companhia do Batalhão Uzeda, do Regimento Sampaio.  A ficha de hoje é do Soldado Toni. É a partir de seu ponto de vista que conhecemos todo o universo caótico que foi a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial no teatro do Mediterrâneo, na Itália.

A ficha abaixo é normalmente como eu entrego para o desenhista e, como ainda não temos nenhuma ilustração oficial do personagem, repasso para vocês as informações e referências visuais que deverão nortear o desenhista.

SOLDADO TONI LOBO

Nome: Antônio da Costa Lobo

Patente/Função: Soldado – Esclarecedores (Scout)

Localidade: Mineiro de Montes Claros

Apelido (Ou como é conhecido): Toni ou Novato

Características pessoais e Perfil psicológico: Garoto tímido, inseguro, inexperiente, mas com um grande coração;

Idade: 19 anos

Perfil físico: Cabelos pretos, rosto muito jovem, olhos castanhos, bem magro e com olhos bem expressivos

Passado: A definir

Motivações: O próprio Toni ainda está tentando descobrir sua principal motivação. Sente que tem que cumprir com suas obrigações para não levar vergonha para a sua família e para o Brasil. Mas, mesmo assim, não se sente seguro em relação a isto.

Habilidades/Armas: FUZIL SPRINGFIELD MODELO 1903, BAINOETA, PISTOLA COLT M1911, GRANADAS DE MÃO

Curiosidades: a definir

Referências Visuais: (coloque aqui imagens dos personagens ou imagens que sirvam de referência para a sua concepção)

O projeto “Diários italianos – O Brasil na segunda guerra mundial” é uma história em quadrinhos ficcional que conta as aventuras de um grupo de combate de soldados brasileiros da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, durante a segunda guerra mundial. O projeto está na fase de revisão e à procura de um desenhista para a produção das páginas de quadrinhos.

Para acompanhar as novidades deste projeto, acesse o blog do autor (https://roteiristaleo.wordpress.com/) ou a página no facebook (https://www.facebook.com/diariositalianos)

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Diários Italianos – O Brasil na segunda guerra mundial: Homenagem de Will

Diários Italianos - Will

Ilustração de Will

Apesar de se tratar de uma importante passagem da história do Brasil, o sacrifício feito por milhares de Pracinhas Brasileiros passa quase despercebida por todos. Quando nos debruçamos sobre o tema é que percebemos toda a tragédia vivida por esses bravos Brasileiros da Força Expedicionária Brasileira (F.E.B.) e toda a coragem que eles tiveram de usar para sobreviver no ambiente cruel e hostil que foi a Segunda Guerra Mundial.

O projeto “Diários italianos – O Brasil na segunda guerra mundial” é uma história em quadrinhos ficcional que visa recontar um pouco dessa história tão pouco valorizada em nosso País. O roteiro escrito por mim e ainda estamos procurando um desenhista para a produção do material.

Enquanto isto não acontece, convidei uma série de amigos e grandes ilustradores nacionais para fazer uma homenagem ao tema. Várias ilustrações já foram apresentadas (na página oficial do projeto no facebook) e a de hoje foi feita pelo grande ilustrador Will.

Will é criador do personagem Sideralman e ganhador de 2 prêmios HQ MIX (2012 e 2016). Dentro os diversos trabalhos que já produziu, Will já ilustrou uma quadrinização de Vinte Mil Léguas Submarinas de Júlio Verne, pela Editora Nemo, que gerou duas sequências: “As Aventuras do Capitão Nemo – Profundezas”, roteirizada por Daniel Esteves e “As Aventuras do Capitão Nemo – O Navio Fantasma”, roteirizada por Lillo Parra.  Will também publicou o álbum Uma Aventura de Verne & Mauá – Mil Léguas Transamazônicas, feito em coautoria com Spacca.

Para acompanhar as novidades do projeto Diários Italianos, acesse o blog do autor (https://roteiristaleo.wordpress.com/) ou a página no facebook (https://www.facebook.com/Di%C3%A1rios-Italianos-O-Brasil-na-Segunda-Guerra-Mundial-326502687689603/)

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A menina que roubava livros e o meu saco cheio

O primeiro livro que peguei em quase 7 anos que passei lendo praticamente livros técnicos foi A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS, de Markus Zusak. É uma sensação estranha ler sem culpas do tipo: “oh, diabos! Eu deveria estar estudando Tópicos Avançados de Engenharia de Software!”. Mas cedo ou mais tarde vou me livrar dela.

Quanto ao livro, ele é muito interessante. Tanto na forma de escrever/contar onde Markus Zusak utiliza-se da MORTE como narradora da história quanto na história em si que narra a vida sofrida de uma garota adotada por alemães durante a segunda guerra mundial.

Só aguentei ler até a página 56

Por quê? Por que eu não aguento mais histórias de sofrimento durante a segunda guerra mundial. Porra! Eu já saquei! A segunda guerra foi foda! Todo mundo se fudeu! E já vi uma centena de obras tratando do assunto passando de MAUS (Essa sim, excelente!) até a lista de Schillinder (Sei lá como se escreve e nãoquero “googlear’).

Não sei. Talvez eu esteja sendo duro demais ou talvez só não estou no clima de ler esse tipo de livro nesse momento. O fato é meu saco já encheu e devo começar a procurar outro livro para lerem seguida.