Diários Italianos: um pouco mais sobre Grupos de Combate

A menor unidade bélica dentro da infantaria do exército Brasileiro era o Grupo de Combate (GC) que foi copiado do “Rifle Squad” do exército americano.

De acordo com o manual da Rifle Company de 1942, um “Rifle Squad”,compreendia, em média, de 12 homens:

  • O Sargento líder do esquadrão;
  • Um cabo que atuava como seu assistente e granadeiro com rifle anti-tanque;
  • Uma “equipe de rifle automático” composta de três homens: o homem BAR (Que carregava o B.A.R. – ), seu assistente de tiro e um porta-munições;
  • E sete fuzileiros. Destes últimos, dois foram designados como batedores (Scouts).

E em “Diários Italianos – O Brasil na Segunda Guerra Mundial” , nós acompanhamos a história do 13° Grupo de Combate, da 8ª Companhia do Batalhão Uzeda, do Regimento Sampaio.

Nós já mencionamos um pouco mais sobre esse GC aqui, incluindo o nome dos seus integrantes e suas funções. Em breve iremos falar sobre cada um destes integrantes.

O projeto “Diários italianos – O Brasil na segunda guerra mundial” é uma história em quadrinhos ficcional que conta as aventuras de um grupo de combate de soldados brasileiros da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, durante a segunda guerra mundial. O projeto está na fase de revisão e à procura de um desenhista para a produção das páginas de quadrinhos.

Brazilian soldiers in the Gotic Line

Grupo de Combate da FEB comandado pelo Sargento Wolf

Para acompanhar as novidades deste projeto, acesse o blog do autor (https://roteiristaleo.wordpress.com/) ou a página no facebook (https://www.facebook.com/Di%C3%A1rios-Italianos-O-Brasil-na-Segunda-Guerra-Mundial-326502687689603/)

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Diários Italianos – O Brasil na segunda guerra mundial: Roteiro concluído

O projeto “Diários italianos – O Brasil na segunda guerra mundial” é uma história em quadrinhos ficcional que conta as aventuras de um grupo de combate de soldados brasileiros da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, durante a segunda guerra mundial.

Em junho do ano passado, eu finalmente decidi que eu ia realmente escrever sobre a participação do Brasil na segunda Guerra Mundial. Comecei então a reler alguns livros que já tinha lido sobre o tema, li outros livros que adquiri depois, assisti a diversos documentários, séries de televisão, filmes, li trabalhos acadêmicos sobre os pracinhas, seus dramas, suas tragédias e suas histórias.

Finalmente, em 24/07/2016, eu comecei a esboçar, de fato, o argumento que serviria de base para o roteiro e a criação dos principais personagens da história. No dia 06/08/2016 eu comecei a escrever o roteiro propriamente dito e este trabalho perdurou, com algumas paralisações para produzir outros roteiros que me foram solicitados, até semana passada (o dia 13/05/2017, para ser mais exato).

O rascunho inicial indicava que o roteiro iria ter algo em torno de 52 páginas mas o resultado final foi uma história de 77 páginas ao todo. Esta primeira versão do roteiro ainda vai passar por uma revisão geral que deve incluir e alterar várias coisas mas acredito que a estrutura deve se manter com a mesma quantidade de páginas.

Após a revisão geral, é definir um desenhista para a série e negociar como se dará a produção. De qualquer forma, este é um marco importante demais para se deixar passar em branco e eu venho aqui comemorar com vocês.

Abaixo, publicamos uma ilustração feita por Eduardo Schloesser sobre o tema.

Diários Italianos - Eduardo Scholoesser - 1000 px

Ilustração de Eduardo Scholoesser

Só lembrando que estas ilustrações não são do projeto “Diários Italianos – O Brasil na Segunda Guerra Mundial”. São apenas homenagens de artistas nacionais feitas sobre o tema.

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